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O Rosário é a oração da humildade! Confira este vídeo do padre Paulo Ricardo que nos fala da importância da recitação do Santo Terço. No centro do terço, está Jesus. O terço é uma oração inteiramente Cristocêntrica, ou seja, Cristo está no centro.

Assista:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=DvieB8r3AlI]

Fonte: www.padrepauloricardo.org.br

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O Rosário tem provocado reservas a objeções baseadas na índole aparentemente mecânica desse tipo de oração: muitos o têm na conta do exercício fadado ao automatismo e à rotina, apto a esterilizar a vida de união com Deus mais do que a estimulá-la.

Não obstante, verifica-se que tanto os Santos corno grandes sábios cristãos muito estimaram o Rosário.- Pergunta-se então: como entender o valor atribuído a esse devoção?

Não se poderia formular um juízo adequado sobre tal prática, caso se levasse em conta apenas a sua face externa. A repetição da preces vocais pode realmente dar a impressão de que se mecaniza e materializa a oração (a qual é essencialmente elevação da alma a Deus); pode assim parecer incorrer na condenação que Jesus proferiu no Evangelho:

“Quando orardes, não multiplicareis as palavras, como fazem os pagãos, Os quais julgam que serão atendidos em vista da multidão de suas palavras” (Mt 6,7). Neste texto não há dúvida. O Senhor reprova a concepção que faz coincidir oração com repetição de vocábulos, como se o homem pudesse influir sobre a Divindade pelo aparato de sua verbosidade.

Não é, porém, por efeito dessa mentalidade que se repetem as “Ave-Maria” na recitação do Rosário. Não; estes têm valor totalmente subordinado; visam apenas criar uma atmosfera, um clima, dentro do qual o espírito mais compassadamente se possa elevar a Deus; e a contemplação interior, acompanhada da atos de amor, que constitui a finalidade da repetição de fórmulas no Rosário. A oração vocal, no caso, pode ser comparada ao corpo, ao passo que a contemplação fez as vezes da alma do Rosário. Ora, assim como a alma humana, em condições normais neste mundo, precise da colaboração do corpo até mesmo para exercer as suas funções mais sublimes, assim também a elevação da alma a Deus na oração precise de um esteio sensível, que, no caso do Rosário, vem a ser a recitação das “Ave-Maria”; este cria como que um “espaço” espiritual dentro do qual a meditação e o afeto se devem desenvolver; a monotonia das fórmulas é quebrada pelo ritmo progressivo da meditação ou da contemplação. Assim o Rosário põe em ação toda: as potencialidades do homem tanto as espirituais como as corporais, para promover a união com Deus.

 

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Deus nos abençoe!

No Colo de Maria


Fonte

A propósito citam-se Aberton, Valério: Eficácia do Rosário, Ed. Loyola, São Paulo, 1982.

Von Baihasar,; Beinert, Jungklausen e outros autores: 0 Culto a Maria Hoje Edições Paulinas,  São Paulo, 1980.

Fonte: http://cleofas.com.br/rosario-como-teve-origem/

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